sábado, 18 de abril de 2009

Estudos com macacos

Um grupo de estudiosos japoneses fez uma série de estudos sobre o comportamento animal num arquipélago e pode observar que os macacos da região comiam batatas sem lavar, ou seja, sujas de terra. Certo dia, um macaco pequeno resolveu lavar sua batata e gostou do paladar do tubérculo sem terra. Correu para mostrar a descoberta à mãe, que lhe deu uns petelecos.

O macaquinho, porém, não desistiu e seguiu mostrando sua descoberta a outros filhotes. Vez por outra, um deles resolvia experimentar e gostava da comida sem terra. Com isso, o grupo de macacos jovens que lavava suas batatas ia aumentando. Mas a tarefa era trabalhosa, pois poucos aderiam. Finalmente eles conseguiram convencer os pais, que também experimentaram.

Um dia, os pesquisadores observaram que, de um momento para outro, todos os macacos daquela ilha começaram a lavar a batata antes de comê-la. Os observadores chegaram à conclusão de que o trabalho de conscientização, inicialmente, é demorado porque poucos aderem e a maioria desqualifica. Mas, quando um determinado número de elementos de um grupo social atinge a consciência, a energia que parte deles contagia toda a comunidade.

Assim como o primeiro macaquinho que fez sua descoberta, é importante que cada ser humano persista em sua revolução interior. A capacidade de transformação social aumenta quando mudamos, não só o discurso, mas principalmente, os sentimentos, a postura e a compreensão da vida.

Texto extraído do livro "Pais e Filhos, companheiros de viagem"
Roberto T. Shinyashiki

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Noticia do Blue Bus - 16/04/09 - Os livros falam, nao é mesmo?

Noticia do Blue Bus - 17/04/09 - Enxugaram, enxugaram, enxugaram e no fim... nao sobrou quase nada

Noticia do Blue Bus - 17/04/09. 'Vc é uma copia de uma cópia de uma cópia' é uma campanha denúncia.

Blá, blá, blá!

"FALAR É BÁSICO, INTERAGIR É TUDO."
Elisabeth Guimarães
03.03.05

Escrever é fácil?

“Escrever é fácil.
Você começa com maiúscula
e termina com ponto.
No meio, você coloca as idéias.”
Pablo Neruda

"Anúncios"

"[...] Confesso que um dos meus prazeres é saborear os bons anúncios jornalísticos de coisas que não pretendo, não preciso ou não posso comprar, mas que atraem pela novidade de concepção, utilizando “macetes” psicológicos sutis e muito refinamento de arte. É admirável a criatividade presente nessas obras de consumo rápido, logo substituídas por outras. São anúncios que muitas vezes nos prestam serviços, pela imaginação e pelo bom humor que contêm. E se nos “vendem” pelo menos um sorriso, ajudam a construir um dia saudável de trabalho."
Carlos Drummond de Andrade,
Crônica "Anúncios"
Jornal do Brasil 16.10.71